sábado, 12 de março de 2011

Começa, mais ou menos ai.

Como um tecelão que fia, tinge e urde, cruzando os fios em infinitas formas, inicio a tessitura deste blogtecido estabelecendo relações com uma pintura a óleo elaborada por uma tia materna, na década de oitenta. A tia Neusa é graduada em Pintura e em Educação Artística, habilitação Artes Plásticas pela Universidade de Brasília/UnB e a imagem que apresento faz parte de uma coleção que ela fez para uma de suas exposições individuais. Eu tinha entre seis e sete anos de idade e estas foram as primeiras pinturas a habitarem meu imaginário, as quais me acompanharam por todos esses anos. A presença delas em minha vida foi tão sedutora e envolvente, que chegou a influenciar minha decisão de escolher a docência das artes visuais como profissão.

Um comentário:

  1. Essa temática é instigante. Assitindo aos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro e, o resultado vencedor da Beija-Flor homenageando Roberto Carlos, meu imaginário musical me levou aos meus 11 anos de idade (1971), quando a única forma que havia de acesso às letras das músicas era por meio do rádio. E, lá, cada vez que tocava a música nova do Roberto Carlos eu, desesperadamente, copiava uma parte dela no meu caderninho de música. Era um descompasso pra achar a página no caderno assim que a música começava no rádio e uma grande "emoção" quando conseguia completá-la toda . Ouvia Difusora, Jornal e Riviera. Roberto Carlos era um ídolo pra mim. Saudade!!!

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